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Meu nome é Lening,tenho 31 anos e 2 filhos maravilhosos...

Quero deixar bem claro que não sou médica, quase todos os posts deste blog são artigos interessantes que leio na internet e posto pra todos vocês.No final de todo post tem a fonte dos artigos.

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   Fimose na fase infantil, com fotos [19/10 12:28]   

Fimose é o nome dado ao estreitamento da pele do prepúcio que dificulta a exposição da glande e sua adequada higiene. 

Esta dificuldade de retração do prepúcio pode ser de vários graus. Desde aquele estreitamento prepucial mais leve, onde a exposição da glande é feita com dificuldade, desconforto e dor por causa do leve esteitamento do prepúcio, até aquele grau onde há impossibilidade total de retração da pele do prepúcio e exposição da glande. Costuma-se numerar de 1 a 4 os graus de dificuldade para esta retração, mas não vamos entrar em detalhes mais técnicos visto que não é este o objetivo desta página.

Do jeito que se vê o pênis na Figura 1, não é possível se fazer o diagnóstico de fimose, pois excesso de pele não é fimose ! Há que se puxar o prepúcio para trás (Figs. 2 e 3 ) e ver se o prepúcio passa sem dificuldades. Se não passar, como nas figuras 2 e 3, o diagnóstico de fimose está feito !

Foto mostra pele do prepúcio recobrindo grande parte da  glande e meato uretral.

Existem graus intermediários de estreitamento do prepúcio que podem confundir o diagnóstico e, mesmo assim, causar desconforto e dor à retração da pele. É o que ocorre no menino da figura 4.
A mãe sempre foi orientada a puxar a pele do prepúcio para trás na tentativa de “soltar” a fimose e assim, evitar a cirurgia. Ora, esta orientação é equivocada, pois a pele inicia processo de lesão epitelial que se cronifica, provocando progressivo desconforto às tentativas de retração e não cooperação da criança. 
Muito freqüentemente, estas crianças evoluem apresentando processos inflamatórios e de infecção (balanopostite), que se cronificam, caracterizados por acentuado inchaço e vermelhidão do prepúcio, dor ou ardência para urinar o que leva os pais a optar pelo tratamento cirúrgico definitivo.
O contrário ocorre com o pênis da figura 5. Neste caso o prepúcio está apenas aderido à glande e não está estreitado. A dificuldade de retração aqui se dá apenas pela aderência prepucial e não por fimose ! Nestes casos as manobras de retração forçada (as chamadas massagens que discutiremos mais a seguir), apesar de dolorosas, irão fazer com que a pele se descole e a retração possa ocorrer, não necessitando de cirurgia.

Foto mostra pele do prepúcio apenas aderida á glande, sem sinais de estreitamento prepucial.

CUIDADO

Uma orientação muito difundida a respeito de fimose é a tal da massagem para soltá-la. 
Estatisticamente, apenas uma pequena minoria (4 - 7%), dos meninos permanece com a fimose além do primeiro ano de vida. Por exemplo: se você fizer a tal da massagem em 100 meninos terá “sucesso” com este tipo de procedimento na grande maioria deles, não é ? Pois não tinham ou não teriam fimose, não importando o que se faça em seus prepúcios. Daí a idéia equivocada de que a massagem “resolve” fimose !
Uma complicação mais simples e comum da massagem são as fissuras da pele do prepúcio que podem ocorrer.   Estas fissuras sangram, podem doer, melhoram com tratamento clínico e cicatrizam até que rapidamente. Mas, em contrapartida, aumentam o estreitamento prepucial !
Uma outra complicação, só que bem mais grave, decorrente da massagem é a PARAFIMOSE.
Esta é a condição na qual a pele que é retraída totalmente, passa com alguma dificuldade pela glande e não volta para frente, isto é, o anel fimótico* fica apertando o pênis atrás da glande, edemaciando a mucosa e com o tempo (algumas horas), compromete sua circulação.

Esta condição requer tratamento cirúrgico de urgência se as tentativas de redução manual não resolverem

TRATAMENTO

O tratamento da fimose é cirúrgico.
Mas há alguns autores que preconizarem o tratamento conservador por meio da aplicação de pomadas ou cremes a base de betametasona e hialuronidase (até o momento - julho/03 - não há publicações na literatura internacional a respeito deste método), na tentativa de desfazer as aderências prepuciais, afrouxando a pele e permitindo assim, a retração do prepúcio, evitando a cirurgia.
Em nossa experiência, e relatado por algumas mães, a eficácia deste método é relativa, uma vez,que, segundo elas, após o tratamento (4 a 5 semanas de tratamento diário), a criança não deixa mais puxar a pele para trás, voltando à dificuldade anterior e aos mesmos problemas.
Não nos cabe aqui avaliar tal método, mas os critérios de inclusão das crianças no grupo de estudo, bem como a comparação estatística com um grupo controle/placebo, devem ser muito bem definidos para não se incorrer no risco de incluir crianças com “fimoses” como as da figura 5, acima. Outro aspectro intreressante seria um controle e seguimento destas crianças por um tempo mais prolongado, de 3 a 5 anos.
Por isso, não adotamos ainda esta opção como tratamento definitivo da fimose.
A foto abaixo mostra aspecto pós-operatório final de cirurgia de fimose (Postectomia clássica), em uma criança de 3 anos. Como se vê, a cirurgia é realizada por meio de pontos separados de fio absorvível que caem espontaneamente dentro de uma semana.
Muitos cirurgiões, gerais ou urologistas, adotam esta técnica para tratamento de seus pacientes pediátricos. 

CIRURGIA CLÁSSICA DA FIMOSE

Trata-se de uma cirurgia que leva aproximadamente 30 minutos para ser realizada, o pós-operatório é um pouco conturbado, pois a glande exposta está muito sensível e sua manipulação torna-se difícil pois o menino não deixa mexer para fazer os curativos necessários. 
Há mais de 12 anos adotamos, para a cirurgia da fimose, a técnica do Plastibell®. Trata-se de um anel plástico, que é introduzido ao redor da glande (sem apertá-la), por dentro do prepúcio e amarrado com um barbante próprio. Este nó vai cortando a pele e dentro de aproximadamente 10 dias todo o conjunto cai, deixando uma cicatriz mais estética.



Mas o mais importante neste dispositivo idealizado há mais de 30 anos para a circuncisão é que é uma técnica cirúrgica rápida (por volta de 5 minutos - sem contar o tempo anestésico), higiênica, pois não precisa de curativos (apenas passar uma pomada lubrificante e anestésica), e o anel se desprende espontaneamente, deixando uma aspecto pós-operatório mais cosmético.
As fotos abaixo mostram como fica o Plastibell já colocado, o pós-operatório e como fica o pênis depois do anel cair.


   Pós-operatório imediato . 
Plastibell já colocado e amarrado

 
Aspecto do “curativo” com a pomada
que será utilizada várias vezes por dia


 Aqui, o Plastibell já está quase 
caindo dando uma boa idéia de como
irá ficar a cicatriz após o edema sumir.


Aspecto estético após 4 meses
da operação. O anel prepucial é largo,
permitindo a exposição da glande
com facilidade.


Durante o processo de queda do anel, o pênis fica edemaciado, avermelhado, mas não há qualquer dificuldade para urinar por causa disso. Esta inflamação é importante para que o anel caia espontaneamente, sem que seja necessário ser retirado pelo médico.


Aspecto definitivo do pênis após a cirurgia na sua grande maioria.

Trabalho apresentado no XX Congresso da SUMEP 
Superintendência Universitária Médica de Ensino e Pesquisa






Intercorrências da circuncisão com Plastibell


As técnicas existentes mais usadas para a circuncisão na infância e na pré-puberdade são: 1. Secção dorsal do anel fimótico, simples e de fácil execução, previne a fimose e a parafimose, mas de aspecto estético questionável; 2. Clássica ou convencional, com secção oblíqua do prepúcio, retirando-se a porção fimótica, sutura simples entre mucosa e pele com pontos simples de fio absorvível; 3. Mogen-clamp®, dispositivo plástico com forma de prensa, que ao fechar comprime a pele do prepúcio entre os seus dois braços, em seguida, por meio do fechamento de uma pequena alavanca presente num dos braços, aumenta a pressão na pele cortando-a com lâmina de bisturi de maneira bem rápida; 4. Plastibell device®, onde um pequeno anel plástico, de tamanho variável, é colocado no espaço entre a glande e a pele do prepúcio após ter sido alargado, amarrado firmemente por um cordão apropriado, fixando o anel e promovendo a necrose local, com queda espontânea do dispositivo dentro de 7 a 10 dias; 5. Gomco-clamp®, dispositivo metálico pouco utilizado na atualidade (5-7).
A anestesia local que não era utilizada para circuncisão, passou a ser realizada no RN em 1978 pela primeira vez com o uso da lidocaína 1% como anestésico local, por meio do bloqueio do nervo dorsal do pênis (BNDP) (8, 9). Em 1997, foi associada à solução de sacarose a 24% para que o RN ficasse chupando durante o procedimento (10). Outros autores compararam o BNDP com o anestésico tópico para anestesia superficial da pele (EMLA eutectic mixture of local anesthetic), o que não trouxe muitas vantagens, pois o BNDP ainda é mais eficaz para produzir a anestesia local do pênis (11, 12).

As complicações descritas na literatura para cada uma das técnicas operatórias, bem como as decorrentes dos bloqueios anestésicos, como os hematomas, são apresentadas em vários graus de complexidade, como meatite e infecção (6), retenção urinária (13) e fasciite necrosante (14, 15), amputação da glande peniana (16, 17) e parafimose do Plastibell device® (18).
No presente estudo não ocorreram complicações graves como as apresentadas na literatura, embora tenham ocorrido 148 casos de complicação (30%) em 108 meninos. Todos os casos de complicação foram resolvidos sem a retirada do Plastibell device®. Nosso objetivo é apresentar este estudo retrospectivo, descrevendo 6 tipos diferentes de complicações com o uso do Plastibell device ®, comparando-as com as citadas na literatura e mostrando que o dispositivo é seguro, de rápida colocação, mais higiênico no pós-operatório e de fácil execução quando a circuncisão é realizada por profissional habituado com a técnica escolhida. As complicações ou intercorrências ocorridas foram de fácil resolução.


Hematoma/equimose causados pelo
bloqueio anestésicos dos nervos penianos
dorsais, de resolução espontânea

.
 Hematoma de base de pênis pós
-boqueio anestésico e também de
 resolução espontânea


Parafimose do Anel. Foi resolvida
com manobra manual de redução
com Pomada lubrificante em regime
ambulatorial.


   
 Caso raro de sobreposição do
edema prepucial sobre o Anel.
Após desaparecer edema o anel
cai espontaneamente.
 

   

Resultados

Dos 492 meninos, 205 (41,7%) foram operados com dispositivo nº 1,5, 118 (24,0%) foram operados com o dispositivo nº 1,3, 103 (20,9%) com o dispositivo nº 1,7 e 66 (13,4%) foram operados com o dispositivo nº 1,4 (Tabela 1).
A distribuição por faixas etárias estudadas foi: entre 1 e 2 anos de idade foram operados 114 meninos (23,2%), entre 3 e 4 anos foram 176 (35,8%), entre 5 e 6 foram 112 (22,8%), entre 7 e 8 anos foram 67 (13,6%), entre 9 e 10 anos foram 18 (3,7%) e com mais de 10 anos foram 5 meninos (1,0%) (Tabela 1).Ocorreram 148 (30%) complicações, ou intercorrências pós-operatórias, em 108 meninos (21,9%, n=492).

 Pequenas ulcerações ao redordo meato uretral de menino com dor/ardência para urinar.
 

 

As complicações apresentadas foram dividas de acordo com as que poderiam ser causadas diretamente pela técnica cirúrgica, até 48 horas de pós-operatório, chamadas neste estudo de precoces e as causadas tardiamente, após este períodeste período, geralmente causadas por trauma externo local, lesão constante do meato uretral e edema exagerado do prepúcio, que cobre o dispositivo plástico, retardando a sua queda espontânea.


Como complicações precoces foram encontradas: Hematomas penianos e peri-penianos (incluindo púbis e escroto) em 40 meninos (8,1%), Meatites em 33 (6,7%) e Sangramentos (do freio balanoprepucial) em 18 meninos (3,7%). Neste período, o grupo estudado não apresentou retenção urinária ou quaisquer alterações vasculares locais decorrentes do uso do Plastibell device® (Tabela 2). 
Como complicações tardias, 34 meninos (6,9%) apresentaram retração prepucial após queda do anel sem causar parafimose (esta pode não ser considerada complicação, pois a exposição permanente da glande é comum nas outras técnicas), 18 meninos (3,7%) apresentaram balanopostites e 5 (1,0%) apresentaram estenose parcial do meato uretral necessitando de correção posterior (Tabela 3).Um menino (0,2%) apresentou Parafimose do anel no 4º dia de pós-operatório, que foi reduzido com relativa facilidade, não necessitando proceder a retirada do anel por meio de cirurgia ou com o uso de cortador metálico (15). Outro menino apresentou edema da pele prepucial que cobriu o dispositivo, o que retardou a queda do anel para 17 dias. 
Neste grupo de pacientes não foram encontradas complicações como: infecção local retenção urinária, fístula uretral ou fasciite necrosante.

 

   
 
 Técnica para a escolha do tamanho do Plastibell: o anel deve ter pelo menos o mesmo diâmetro da base da glande medida num eixo transversal que passa na base da mesma. Este tamanho dá o Nº do dispositivo a ser utilizado.
A parafimose pode ocorrer se o número do anel for menor que esta medida, pois a glande pode passar através
 do anel e não volta !


No presente estudo foi utilizada uma associação de anestesia local (BNDP) com o uso de 0,5mg/kg/peso de bupivacaína 0,5% sem vasoconstritor que dá uma anestesia mais prolongada que a lidocaína.
O sangramento no pós-operatório precoce ocorreu em 18 meninos (3,7%) e não há diferença significativa com os resultados apresentados na literatura (3,4%) (20). A maior freqüência de sangramento ocorreu em 15 meninos entre 3 e 8 anos (83%), sugerindo que movimentação física normal nesta idade tenha contribuído para o desprendimento do coágulo sobre o freio balânico produzido pelo eletro-cautério. É possível neste estudo que os casos de estenose do meato uretral, tenham sido precedidos por meatite, ou inflamatória devido à fimose e postite ou às freqüentes aderências à roupa que provocavam úlceras ao redor do meato uretral e posterior lesão. Os hematomas ao redor da base do pênis, no púbis e até no escroto ocorreram em decorrência da punção suprapúbica para o BNDP, cujo tratamento foi conservador, com resolução espontânea.
As balanopostites do pós-operatório tardio ocorreram em decorrência da falta de higienização local, pois melhoraram após orientação mais detalhada e específica dos pais. Os casos de retração prepucial após a queda do dispositivo (como na técnica convencional) (21), foram devidos à colocação mais proximal ao sulco balânico do dispositivo, não sendo recomendável sua colocação sobre o anel fimótico quando há pouca pele, pois corre-se o risco de ocorrer a re-fimose.
Conclui-se que com a observação dos detalhes da técnica descritos neste trabalho para a utilização do Plastibell device®, evitem complicações graves como as citadas na literatura e se complicações ou intecorrências como as apresentadas no presente estudo surgirem sejam de fácil resolução sem necessidade de re-operações. Na comparação com a literatura, o sangramento precoce não mostrou diferença significativa. Os hematomas podem estar relacionados ao BNDP, mas este dado necessita de melhor análise visto que ocorreram em apenas 8,1% dos meninos e qualquer conclusão afirmativa a respeito seria especulativa (9). O Plastibell device ® mostrou-se um dispositivo seguro, rápido na execução, mais higiênico no pós-operatório e de fácil aplicação para os que têm experiência com a técnica.

 

Fonte:  http://www.proinfancia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=29&Itemid=44

 

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   Comentários
fimose
gostaria de saber precisa ser feita alguma dieta para cirurgia de fimose, pois meu filho tem 08 anos.
Escrito por: jane | 25/02 19:16

fimose
tem 15 dias que meu filho fez e ainda nao caiu oplastibell
Escrito por: sheila | 07/08 13:51

cirurgia de fimose e hernia juntas
ÒLA,MEU FILHO SEMPRE TEVE O PIPI BEM FECHADINHO,MAS CONVERSANDO COM ALGUMAS PESSOAS MAIS EXPERIENTE DESCOBRI QUE COM O TEMPO FAZENDO A MASSAGEM ABRIRIA,MAS NO CASO DELE NÂO,HOJE COM 4 ANOS COMEÇOU A SE QUEIXAR DE DOR LEVEI NO PEDIATRA E LOGO CONSTATOU QUE ERA FIMOSE QUE TERIA QUE OPERAR, FIQUEI EM CHOQUE ,MAS O PIOR ESTAVA POR VIR, ACHOU QUE ELE TERIA QUE FAZER TBM DE HERNIA.QUERO SABER MAIS SOBRE ISSSO ! TEM ALGUEM QUE PASSOU PELA MESMA EXPERIENCIA ? POR FAVOR ME AJUDE QUEM È MÂE SABE O QUANTO è RUIM ESSA EXPERIENCIA !!!!! ABRIGADA AGUARDO RESPOSTA
Escrito por: PRISCILA | 06/12 17:44

fimose
eu tenho 34 anos e tenho fimose e eu estou com medo ja vi falar e tarde pra fazer a cirurgia e verdade
Escrito por: jefferson | 29/11 17:53

Pouca abertura do prepucio
De uns três meses para cá meu filho de 2 anos tem sentido dores esporádicas no penis. Na primeira vez achávamos que era infecção de urina e isso confundiu também o médico. Embora tivesse dado infecção de urina no exame, o médico ficou meio na dúvida por conta de a ponta do prepúcio está bem vermelha. Hoje consguimos abrir um pouco o prepúcio, mas se o penis estiver erétil a abertura não é possível. Ele ainda continua sentindo dores (não todos os dias) e aumenta quanto ele toma pouca água onde a urina fica mais ácida. Alguém pode me orientar o que fazer? Aproveito para parabenizar a equipe pela matéria.
Escrito por: Marcio Souza | 03/10 16:40


Meu filho tem dois anos e quem me alertou sobre a problema foi a baba dele o levei oa médico e o medico me falou que por enquanto não temos necessidade de mexer mais estou com uma duvida sera que o fato dele usar fralda pode ocasionar dores ou piora do problema o que vc acha?
Escrito por: Laís | 29/05 12:33

Nice post! I love your blog
Nice post! I love your blog vestidos de casamentosvestido de noivas
Escrito por: vestidos para festa | 21/04 18:03

Fimose
Ola,meu filhote está com 3 anos e fez a cirurgia a 8 dias,ficou vermelho do 1 ao 4 dia.....deu uma melhorada,e ao chegar hoje no 8 dia após cirurgia,o pênis dele ficou inchado e vermelho,e também com um pouco de secreção,que segundo a pediatra cirurgiã é normal. Amanhã vou leva-lo ao médico novamente,porque coração de Mãe não fica sossegado enquanto não vai ao pediatra! Mesmo assim parabéns pelo o artigo..... Abraços Mamãe Ana
Escrito por: Ana Febba | 07/04 0:52

aderencia prepurial infantil
Gostei muito das informações quais obteve, pois, tenho dois filhos de 7 e 5 aninhos e ambos apareceram com esse problema e esclareci minhas dúvidas. Parabéns! continuem, assim
Escrito por: welligton | 07/03 19:58

fimose de meu filho
meu filho amanheceu com o tiquinho sangrando,levei o ao médico e me disse que ele tem essa tal de fimose!!!!esta fazendo tratamento com antbioticos e pomada por 7 dias .depois dos 7 dias ele vai avalia lo outra vez.espero que não presise operar.
Escrito por: elis regina | 01/10 22:24

fimose
Meu bb teem fimose e hoje pela manha fui trocar afralda delle e saiu uma secressão amarelada,o que sera?mim responda porfavor...
Escrito por: leila | 16/08 13:17

anel
o meu pequeno fez a cirurgia de fimose ficou feio inchado mais dei a ele um atinflamatório, caiu o anel após 19 dias da cirurgia,mais ficou um fio tipo tipo uma pele amarela nogrudada isso vai cair o será que vai preciasr de ir ao médico novamente ???por favor akguém me responda.
Escrito por: maria | 17/07 21:42

FIMOSE
levei meu filho num urologista ele disse q ele tem fimose q precisa de uma cirurgia mais estou com medo de fazer porq ele disse q a fimose dele é pouco poderia ate esperar alguns anos para decidir oq fazer hoje ele tem 4 anos e nao sei q decisão tomar o q eu faço....
Escrito por: Leila G.RODRIGUES | 13/02 0:12

cade as fotos
Não estou conseguindo abrir as fotos !!!!
Escrito por: Donizete R Machado | 06/02 21:55

affffffssss
EU QUERO VEER AS FOTOOOOOOOOOOOOOS!!!!!!! AKI N APARECEEU!!!
Escrito por: aaffffffffffffff | 16/01 16:53

fimose
gostaria de saber a resposta do qe mandei
Escrito por: jacqueline | 12/12 20:20

ENFLAMAÇÃO POS CIRUGIA DE FIMOSE
MEU FILHO TEM 5 ANOS FEZ A CIRUGIA E ESTA MUITO ENFLAMADO E COM CHEIRO MUITO FORTE O QUE FAÇO É NORMAL JA FEZ DEZ DIAS .
Escrito por: JACQUELINE FRANÇA | 12/12 19:58

CIRCUNCISÃO
Acho que você se engana ao dar maior ênfase na circuncisão. Existem os corticóides e outros medicamentos que possibilitam a exposição da glande em 88% dos casos. A circuncisão é em caso extremo.
Escrito por: Marcos | 25/06 13:00

RE: Thomasia
Olá Thomasia, Obrigado por sua visita ao meu blog.Quanto a sua dúvida, infelizmente não posso ajudar muito, tudo que sei sobre fimose, é o que leio em artigos postados no blog, e coisas que pergunto ao urologista do meu filho, pois os meus 2 meninos, tiveram.Lamento não ajudá-la.Abraços...
Escrito por: Lening | 21/01 15:50

pos cirurgico
Olá meu filho fez cirurgia da fimose usando a tecnica do anel cirurgico gostaria desaver masi detalhes dos cuidados...o procedimento caso ela tenha medo de fazer xixi pelo fato de arder...me preocupei bastante o q faço???obrigada.
Escrito por: thomasia nunes | 16/01 0:54

RE: Eluciani
Querida,ele começa a soltar depois dos 20 dias mesmo...ALguns ficam presos ainda até 1 mês e meio...Mais se isso te preocupa leve seu pequeno no urologista...Obrigado pela visita,e volte mais vezes...Bjus
Escrito por: Lening | 03/12 11:23

cirurgia da fimose
meu filho operou dia 09/11/2009 estou passando uma pomada cujo o nome é omcilom Am gostaria de saber mais ou menos quanto tempo leva p/ cair o anel o medico disse q era de 20 dias mas ate agora nao vi desprender nada e se a possibilidade de inflamar após cair o anel? obrigada
Escrito por: eluciani barbosa | 24/11 17:34


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